{"home_page_url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos","title":"Artigos | Hermes Vigne","items":[{"id":"69fb318dd7f75400584026","title":"VIDA","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Contos\/VIDA","content_html":"Segundo a <strong class=\"btk\">BÍBLIA <\/strong>a vida humana surgiu de um \"sopro” de Deus dirigido ao ‘barro’ moldado em forma de um ser humano. Até aqui, tudo bem! Mas . . . e a vida do assoprador <strong class=\"btk\">DEUS?!<\/strong><br\/>Mais uma vez, segundo a Bíblia, \"Deus não teve princípio e não terá fim”. Quem sou eu para comentar, ou descrever sobre tal lógica? Tudo certo!<br\/><strong class=\"btk\">E A VIDA TEVE PRINCÍPIO E NÃO TERÁ FIM? <\/strong> Se Deus é vida, a vida está com Deus, e doou-a quando a transmitiu ao Homem, e não terá fim, segundo nossa crença e nossa fé. Mas . . . Deus, na pessoa de Jesus Cristo, afirma que \" Há de voltar à Terra, com uma condição: \" julgar os vivos e os mortos”. Mortos não têm <strong class=\"btk\">VIDA<\/strong>, assim sendo, vida tem fim.<br\/>Nós mesmos, modestos servos de Deus, em determinada ocasião dramática, horrível, costumamos dizer: \"È o fim da vida”! Bem, se a vida nos foi dada e não emprestada, Deus não tem nada a ver com nossa vida; somos nós que devemos cuidá-la, alimentá-la e protege-la, pois é um presente precioso que recebemos de Deus. Por tanto, Deus fez a sua parte, façamos nós a nossa parte agora.<br\/><strong class=\"btk\">CONCLUSÃO <\/strong>– Tenho duas irmãs, Maria e Nair, ambas com idade superior a 85 anos, acometidas de doenças incuráveis clinicamente, suportando a vida, sem esperanças de melhoras. E agora, Deus é culpado por ter-lhe dado a vida? Não! Deus fez sua parte, deu-lhe vida. Haverá faltado cuidado de seus pais, delas mesmas, de nós irmãos? Isto é bem possível, não por negligência, mas por motivos involuntários. Nem por isso, ninguém se atreveu, nem se atreverá a pedir a Deus que lhe dê a MORTE. Estamos orando para que suas enfermidades sejam suportáveis, leves e santificáveis até segundo suas resistências.<br\/><strong class=\"btk\">O QUE MAIS: É, É A VIDA!<\/strong><br\/>","date_published":"2023-11-19T21:13:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd8eb2445852937","title":"O  VELHO   PORTUGUÊS","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Contos\/O__VELHO___PORTUGUÊS","content_html":"Em fins de 1800, quando o Brasil enfrentava crises de fronteiras no Sul do pais, D. Pedro, acabou passando por nossa velha Nonoai e, dado ao tempo, teve que pernoitar no centenário povoado Nonoaiense. Assim, durante a tarde enquanto despachava com velhos políticos revolucionários, com respeito à divisa entre Portugal e Espanha, formou-se duas comitivas; uma para tratar de negócios e outra, para tratar da hospedagem dos visitantes. Assim, os encarregados do pernoite passaram a prover algo especial ao ilustre hospede. Aí \"um tal de fulano de tal” foi encarregado  a providência da alimentação e ao pernoite do Rei Dom Pedro. Às pressas, intimou  todos os curiosos que estavam aí por perto; homens e mulheres e, dividindo tarefas. \"O jantar foi o mais disputado: aperitivo da casa, páo  carne de toda espécie de carnívoros. A hospedagem também não foi problema, chegou a haver disputa, todos queriam hospedar alguém da comitiva. O problema foi a hospedagem de D. Pedro! Mesmo assim, o fazendeiro \"Velho Pafúncio” ficou encarregado. Dona Margarida, esposa do fazendeiro, quis que a comissão pegasse por escrito sobre o quarto, o que devia conter no quarto? Como ninguém tinha prática nem certeza dos pertences camareiros o professor Girafafa, num pequeno intervalo foi até o Rei e buscou o que deveria conter no quarto. \"Tudo simples; apenas uma cama confortável, com travesseiro alto, uma cadeira, uma jarra, uma bacia, água, uma toalha, um urinol, e . . . etc. etc.<br\/>Dona Alfafafa, encarregada dos préstimos, ao receber a \"minuta”, procurou logo dar início aos preparativos. Tudo pronto. Mas aí deu-se conta das tais de etc. (etecéteras). Reuniu senhoras experientes em camas e quartos; pode ou não pode, a maioria entendeu que devia ser duas mulheres. Concordado, já havia duas dispostas ao trabalho, ou local. Chegaram cedo e ocuparam seus lugares; cadeiras enfeitadas, perfumadas, bem maquiadas, esperando a hora do trabalho.<br\/>O ilustre D. Pedro ao chegar no quarto; tudo OK! Porém viu duas lindas \"raparigas” ( no Português oficial) quietas, sentadas num canto. Apavorou-se! Mandou um de seus guardas pedir explicações sobre as moças”?!<br\/>Num instante apareceu dona Alfafafa, com o bilhete na mão, preparada para as devidas explicações. Fez continência, e foi lendo e explicando: \"Meretíssimo - disse dona Alfafafa - Desculpe-me, pois aqui está o que vóis pediste: cama, travesseiro, cadeira e” . . . \"Minha boa senhora, interrompeu, Dom Pedro, tudo muito, muito bem!! Mas e aquelas duas belas raparigas, quem pediu e por quê Estão aqui?! ” Majestade, desculpe, - disse dona Alfafafa - Mas aquelas moças belas, entendemos que deviam ser as duas, duas tais de etc. etc. que vóis pediste! Não foi” ???<br\/>","date_published":"2023-11-03T11:00:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd907b757946171","title":"CONTRA  ESPERTO  ESPERTO  E  MEIO","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Contos\/CONTRA__ESPERTO__ESPERTO__E__MEIO","content_html":"Viviam, na campanha gaúcha, um casal com um filho, criados nos velhos costumes, tradicionais; Virgílio, dona Aurora e o filho Joaquim. Um belo dia em que Joaquim completou seus 20 anos, apôs o almoço, Virgílio, pai do moço, abriu uma conversa com o filho. \"Meu filho, estás completando 20 anos, parabéns, muita saúde e progresso em tuas jornadas. – Puxou do bolso 4 mil réis, e continuou. - Quando da tua idade meu velho pai me deu 2 mil Réis e mandou que fizesse meu quinhão. Hoje, tu bem sabes que sou um cidadão respeitado e invejado na redondeza. Agora, chegou tua vez. Leva o dobro do que eu levei e reforça-=te. Já tens condições e capacidade. Vai e leva um conselho do pai” Não confies muito em escrivães e advogados, seja honesto e respeitoso. Já no dia seguinte, providenciado os pertences; com as bênçãos e lágrimas dos, partiu.<br\/>Capacitado com as regras dos pais foi à luta. Em pouco tempo fez sucesso; bons negócios, bons amigos, tudo dava certo. Ao longo de dois anos estava com 20 mil Réis no bolso. Aí deu-se por conta que devia dar um destino ao dinheiro. Na manhã do dia seguinte consultou o dono da pousada, cidadão amigo e honesto. Perguntou-lhe se no povoado haveria alguém que pudesse deixar uns valores, para não andar com dinheiro no bolso. O seu Cristiano, dono da pousada, confidenciou-lhe que o Senhor Justino, dono da primeira casa da rua abaixo era o de maior confiança entre os cidadão da vizinhança, que ele o recomendaria. Feito isso, dirigiu-se ao endereço. Chegando lá, cumprimentou o homem atarefado nas escritas. O homem levantou os olhos pedindo do que se tratava. \"Olha senhor, fui informado de vossa honestidade: Estou a negócios e trago comigo certa quantia em dinheiro, gostaria deixar isso com o senhor até resolver algumas pendências.: \" Ah! Claro, pode deixar que ficam seguros. – Joaquim desembolsou o dinheiro, entregou-o e ficou aguardando. Seu Justino contou-os e despediu o depositário. \"Bom senhor, preciso de um recibo para não esquecer, disse o moço. \"Haaa sim, desculpe.  Fez o recibo, entregou-o e voltou a sentar em seu trabalho.<br\/>Joaquim saiu e tornou a seus negócios. Na volta, apôs a janta, o dono perguntou ao hóspede o que havia achado do escrivão. \"Não, tudo bem! - Disse ele. E voltou ao quarto pensativo. \" Escrivão, escrivão . . . Não, não está certo! Vou amanhã cedinho retirar meu dinheiro, papai me alertou sobre escrivões! – Como passou a noite em claro, assim que amanheceu foi ter com seu Justino. Chegando lá foi dando desculpas que teria que viajar com urgência, e precisava do dinheiro! \"Que dinheiro, seu moço, disse o homem. O dinheiro que deixei ontem, Senhor. \"Aqui não tem dinheiro nenhum! Não te conheço! \"Dinheiro sim, está aqui o recibo, disse o moço, e entregou o recibo. O homem pegou o recibo, rasgou-o e pediu que fosse embora, alertando-o que, caso ele o denunciasse, poderia ser preso, que ninguém acreditar nele, e sentenciou. \"Saiba que sou o homem mais bem visto e querido do povoado, retire-se!<br\/>O pobre moço arrasado, foi logo ter com o pai. Chegando lá contou tudo como havia acontecido. O velho pai ao par da ocorrência, acalmou-o. \"Meu filho, vem comigo, vamos logo até a casa do larápio. Assim, Partiram os dois, apressadamente. No caminho, o pai o pai alertou-o sobre como agir. Ao chegar no povoado foram diretos à casa do escrivão. Antes de entrar o velho disse ao filho: \"Quando eu estiver conversando com o homem, a um sinal, entre disfarçadamente, peça o teu dinheiro, e deixe comigo. Feito isso o pai entrou, cumprimentou o senhor, tirou um maço de dinheiro e disse: \"Estimado senhor estou chegando à negócios, nos quais consegui um bom dinheiro, e como todos aqui me informaram que o senhor é o homem de maior confiança e credibilidade local, eu precisaria deposita uns quase 30 mil Réis, se o senhor puder fazer esse favor, ficarei muito grato. \" Haaa claro que sim! Realmente sou o mais citado nesses assuntos. O velho fez um sinal ao filho que entrasse enquanto ia desfolhando os valores. Nisso chegou o filho, chamou o dono e disse: \"Estimado senhor eu vim retirar os vinte mil Réis que deixei aqui esses dias, preciso viajar com urgência. \"Haaa claro, claro! Aqui está seu dinheiro, bons negócios! Aqui a gente guarda e devolve na ora. O moço pegou o dinheiro e saiu. Seu Justino pediu o dinheiro do velho para depositar. O velho pôs o dinheiro no bolso e foi desatando: ” Seu ladrão disfarçado! Aquele que saiu, que o senhor quis roubar seu dinheiro, é meu filho! <strong class=\"btk\">CONTRA ESPERTEZA ESPERTO E MEIO<\/strong>, senhor!<br\/>","date_published":"2023-10-21T11:53:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd9231963291020","title":"CIDADÃOS  DO  BEM","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Contos\/CIDADÃOS__DO__BEM","content_html":"Cidadãos somos todos nós seres humanos, masculinos ou femininos; e todos procuram o bem para cada um. No entanto, nem todos seguimos o caminho do bem. Atualmente é muito comum ouvir falar em bem, mas pouco comum praticá-lo. Por incrível que pareça, há mais, mas muito mais, cidadãos apropriando-se de bens. No entanto, ainda destacam-se cidadãos honestos, sérios e de boa conduta, porém, se faz necessário saber conhecê-los. Ou então, como diz o ditado: \"confiar desconfiando”. Situações e exemplos disso houveram e ainda sabemos, conhecemos e podemos nos dar mal pondo muita fé em cada cidadão que nos procuram. Eu sou testemunha disso e acabei pagando.<br\/>Para exemplificar vejam \"um conto” que rabisquei em minhas leituras: Dois cidadãos, vizinhos e amigos configuram os dois tipos de cidadão. Ambos fazendeiro, residentes em interior dos pampas gaúchos, conviviam harmoniosamente. Nas, com o tempo, por egoísmo ou maldade, um tal Capitão, percebeu feitos e fatos estranho à conduta do amigo vizinho, se Coronel. Ao chegar a ponto de encurtar visitas e favores. Assim, seu Capitão pôs a venda e vendeu sua propriedade. O novo proprietário, logo enturmou-se com o Coronel. Já de início o coronel alertou o novo vizinho; \" Meu senhor, é vossa mesmo essa fazenda” ?  -  É sim Senhor, meu vizinho, comprei-a. – Mas quero lhe alertar que  senhor vai ter muitos problemas com essa terra! – Mas porquê, meu vizinho? – Porque a divisa está muito dentro da minha fazendo! – Mas por isso não, vizinho! Se a divisa não está no local certo, nós dois mesmo vamos lá e mudamos de local a cerca, sem encrenca!  - Mas se o senhor pensa assim, \"é um homem do bem”, então não precisa mudar a cerca, fica assim mesmo como está!<br\/> <br\/>","date_published":"2023-10-14T14:11:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd93d1888246415","title":"QUE VERGONHA – MAS NÃO DO MEU “EU POLÍTICO”","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Política\/QUE_VERGONHA_–_MAS_NÃO_DO_MEU_“EU_POLÍTICO”","content_html":"Desde criança, em anos de eleições, mesmo sem entender nada, todos tínhamos nosso partido político. Na época, no RS, principalmente o interior, só havia dois partidos políticos; o PSD e o PTB. Os familiares em que o chefe pertencia a um dos partidos, todos torciam pelo mesmo partido. Meus pais, junto com seus familiares e os familiares de minha mãe eram todos do PSD. Assim, comecei sendo do PSD, Porém, poucos familiares sabiam o que significavam as tais letras.<br\/>Nos recreios, todos brincávamos juntos, cada um gritando a sigla do \"seu partido”. Foi na escola que fiquei sabendo que quem ganhava a eleição era quem tivesse mais gente daquele partido. Isso virou confusão; ninguém sabia qual o partido tinha mais gente, até porque imaginávamos apenas as famílias vizinhas. A grande maioria nem sabia quais eram os candidatos. Mas, vamos usar o conhecido provérbio: \"Com o andar da carroça as abóboras  de ajeitam”. Com o tempo, sem muita pressa, comecei a entender alguma das \"coisas” das mensagens. No interior, praticamente, não havia comícios; apenas em povoados ou linhas com grandes comunidades e, de fácil acesso para o povo de comunidades vizinhas. Crianças não participavam de comícios. Meu primeiro voto, foi para governador do estado; votei para o Engenheiro Hildo Meneghetti; para presidente, como não havia candidatos pelo PSD, votei em Jânio Quadros, da UDN, isto no ano de 1958. Meu primeiro voto para prefeito, foi para José Rech. Até aqui, só PSD.<br\/>Como após meus 20 anos, entendi que partidos não eram pessoas, e eu não tinha filiação em nem um partido, assim passei a votar em pessoas, principalmente às pessoas do PSD. Porém, até em outros partidos. Assim, votei no Lula em seu segundo turno, em Pedro Simon. Em Fernando Ferrari, em José Luiz de Moura, em Vilmar Gobbi, ambos de diferentes partidos, no entanto, pessoas conhecidas. Atualmente, que vergonha! O VOTO é matéria de CÂMBIO; produto de compra e venda. Em eleições municipais, municípios de pequeno porte, o cargo chega a custar em torno de um milhão de meio. Que vergonha! Já para comprar cargos, nós temos que aceitar uma doação de mais de 7 bilhões de reais dos nossos impostos, exigência dos CARTOLAS. Que vergonha! Porém, os candidatos não tem VERGONHA! Sabem que mesmo com fichas sujas podem concorrer! Sabem que, com nosso dinheiro, eles \"estão com tudo”. Como são \"inteligentes” sabem que com seus talentos, suas façanhas, os seus feitos do, e de bem, não os qualificam a angariar votos, só comprando, mas com dinheiro alheio. Que VERGONHA! Isto é, vergonha nossa! Por que eles não entendem de \"Vergonha”.<br\/>","date_published":"2022-09-07T00:28:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd957f693294727","title":"A  MORTE","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Geral\/A__MORTE","content_html":"Nos montes dos Alpes, entre rochas, e poucas criaturas, vivia um jovem casal que, com o tempo tiveram um filho. Assim, como costume de todos os católicos, devia ser batizado. Mas, e os padrinhos? – O Bepi, o Gigi, o Nani ( o José, o Luis, o João ). Não, esses não, devia ser alguém especial. Após certas especulações decidiram dar umas voltas pelo mundo a procura dos padrinhos. Tanto andaram que, sem êxito resolveram voltar. Estando perto de casa encontraram \"alguém” que os saudaram. O tal \"alguém”, afetuosamente, perguntou o que estavam procurando. \"Procuramos padrinhos para batizar nosso filho,” responderam. O \"alguém” disse que se quisessem, ele aceitaria. Perguntado quem era ele, respondeu: \"Eu sou a Morte”. O casal refletiu um pouco, conversaram com seus botões e acharam que seria interessante, pois todos dependem da morte!<br\/>Combinados, foram para casa acompanhados da comadre, batizaram o filho, comeram pão e beberam vinho. Ao fim da ceia a, comadre Morte, pôs-se a disposição do casal e, ao despedir-se falou : \" Quando precisarem alguma coisa é só me convidar que estarei à disposição. O senhor, doravante será um médico; enquanto for obediente continuará vivo. Quando servir um doente, eu estarei junto à cama. Quando eu estiver na cabeça do doente, receite-lhe qualquer remédio que melhorará. Quando eu estiver nos pés é porque não tem cura. Nada adianta fazer”, finalizou a Marte.<br\/>O tempo foi passando, o compadre medicando, sem problemas vivendo a \"vida que a morte lhe deu”. Até que um belo dia foi chamado por um ricaço da região. Lá foi ele, ver o doente. Apalpou-o da cabeça aos pés. Quando chegou nos pés apareceu a COMADRE! Chamou a família ditou-lhe a sentença: \"Não tem cura”! A choradeira foi grande e forte. Ofereceram-lhe tudo que haviam. A oferta foi tanta que o compadre apelou pela comadre, forçando-a a colocar-se na cabeça, fazendo sinais para ela curar o doente. Tanto insistiu que a comadre Morte passou para a cabeça. O compadre suado e contente, gritou: \"Tragam uma cachacinha com limão, rápidos”! Assim que chegou o cheiro do remédio o doente sentou na cama. O falso médico passou a mão na cabeça, deu-lhe o remédio, pediu que levantasse, que estava totalmente curado. Recebendo o combinado despediu-se, muito agradecido pelos familiares.<br\/>Chegou em casa, alegre pelo trabalho, mas logo lembrou do acordo feito com a comadre. Começou a coçar a cabeça, sentir dores e um calorão. Chamou a esposa e sentenciou-o: \"Pega o tesoura e corte meus cabelos e a barba, rápida!” – Enquanto cortava cabelos e barba perguntou porquê fazer isso. Ele teve que contar toda verdade. Apôs rapada a cabeça e a barba olhou-se no espelho. Nisso ouviu barulho de gente. Era a comadre! Escondeu-se atrás da porta e pediu à mulher que dissesse que ele não estaria em casa; que teria viajado. A comadre entrou sem abrir a porta e foi perguntado pelo compadre.!  \"Não está; ele viajou cedo e não voltou ainda! Acomadre Morte entrou e foi vasculhando e nada do compadre. Não tá não comadre, ele viajou! A Comadre Morte passou a mão na porta, puxou-a e disse: \"Não se preocupe não comadre, já que o compadre não está, me serve esse moço aqui!” E sumiram os dois.<br\/>","date_published":"2022-07-16T12:06:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd971f806879752","title":"NA  FESTA  DE  SÃO  PEDRO","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/História_e_tradição\/NA__FESTA__DE__SÃO__PEDRO","content_html":"Foi ontem à noite, final da festa de São Pedro, ao fazer minhas preces da noite, encerrei-as com uma conversa com o santo do dia, meu santo protetor. Feito isso, deitei com meu santo girando na minha cabeça. Ora em Cafarnaum, ora,  nos demais locais em Israel , e por fim, em Roma, sua última morada. Devo ter dormindo, pois a partir daí parecia-me estar com Ele, sei lá onde. A princípio vi Ele conversando com o Divino Mestre. O Pedrão pediu-lhe 30 dias de férias para fazer uma viagem. O Mestre, meio desconfiado perguntou-lhe para que tanto tempo fora e quem ele indicaria para ficar em seu lugar. Pedro disse que o Paulinho podia fazer isso, que ele conhecia lá tudo muito bem. Concedida a licença, Pedro deu umas voltas rápidas por lá e, passando por mim chamou-me: \"Vamos, rápido!” Sem saber de nada, saí com Ele. Assim que saímos já estávamos em Cafarnaum na velha casa de sua mãe e, sucessivamente, no Mar da Galiléia, na casa de Pilatos e em centena de outros lugares em Jerusalém. Num instante estávamos em Roma, sua última morada. Em cada local visitávamos todos os locais mais interessante e Pedro interrogava a todos. Num repente, estávamos de volta ao local d’onde havíamos saído. Aí o Divino Mestre começou a interrogando Pedro e, Pedro pacientemente, expondo o visto, o ouvido e vivido na viagem. A pedido do Mestre, ouvi Pedro contando algo sobre a viagem. Entre umas e outras contava: \"Olha mestre, o que eu deixei por lá multiplicou-se em milhares! Para encurtar, Mestre, lá tenho hospitais, prédios, praças, galerias, fazendas e . . .!” Aí o Mestre o interrompeu euforicamente: \" Mas então, Pedro, só imaginar o quanto eu tenho lá! Se você, um pobre pescador tem tanto; pense bem eu, seu Mestre, que tanto tenho feito por lá! Vem logo ocupar o seu lugar que eu estou de ´férias! Quero descer logo lá ver o quantas riquezas tenho lá, meu discípulo!?” Pedro interveio rápido, pegou o Mestre por uma mão, foi passando-lhe a outra mão na cabeça e disse, com toda calma: \" Querido Mestre, não vos aconselho a passar férias lá! Veja bem, passamos por longe, mas pudemos observar as mudanças naquele mundo! Lá está tudo mudado; agora, lá tem muitas Sodomas e Gomoras; muitos ladrões e cobradores de impostos, muitos pôncios e Pilatos, muitos Herodes e, além disso Mestre, lá Vossa Santidade deixou muitos dívidas  e . . . \" O quê? Dívidas?” – Exclamou o Mestre! - Acalme-se Mestre! Muita calma; disse Pedro. - Infelizmente, lá todos pedem por justiça, e ninguém sabe fazer justiça. Todo mundo que compra, ou recebe algo, colocam tudo nas vossa conta, em vosso nome.  Quando as pessoas compram, ou recebem alguma coisa, viram as costa e dizem: DEUS LHE PAGUE! DEUS LHE PAGARÁ! Por isso, acho arriscado o  Senhor ir lá, Mestre.<br\/>","date_published":"2022-07-06T01:35:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd98b7688242139","title":"BUONA FINE E BUON PRINCÌPIO","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Geral\/BUONA_FINE_E_BUON_PRINCÌPIO","content_html":"Imaginem, estimados leitores, um último de ano \"Buona fine” e, na manhã seguinte um \"Buon princípio” de ano, nas décadas de 1940 até 1955!? Caramba, faz um bom tempo, né? Natal com balas açucaradas, bolachas e, às vezes cucas para animar as festas? Um fim de ano para agradecer, e um primeiro de ano para levantar cedo para, com uma sacola, percorrer a vizinhança, desejando-lhes um \"bom princípio de ano novo?!” Isto uma vez por ano. E para chegar outro fim e início de ano levava um tempão que parecia não chegar mais! E lá íamos nós, ora sozinhos, ora em grupos, cada um querendo chegar por primeiro! E lá vinha bolachas, balas com formato de peixe e, nas casas dos padrinhos, às vezes, não sempre, uma moeda. Nos vizinhos mais próximos, ninguém podia ficar fora. \"É . . . mas lá . . . nunca dão nada!” – Não importa, tem que desejar um feliz ano novo a eles também! – Isso das seis e meia (os dias nessa data são longos) até o meio dia. O que mais caia na sacola era bolachas. O maior presente que eu ganhei foi da madrinha Olímpia Mezacasa, um tecido para mamãe fazer uma camisa (mamãe era costureira, isto é, sabia costurar).<br\/>                Como já exposto em outros textos, até 1955, nosso idioma, em casa e na vizinhança, era o \"Talian”, mas nós dizíamos o ‘ITALIANO”, era uma mistura de dialetos Italianos, falados no Norte da Itália, d’onde vieram nossos imigrantes. Então<i><strong class=\"btk\">, nossos falares<\/strong><\/i>, ao chegar na porta da casa, eram: \"buon giorno e buon pricípio del ano novo!” – E a resposta, normalmente era: \"Grazzie altro tanto, e buona fine!”, E logo alguém trazia algo já preparado para pôr na sacola. Às vezes, vinha também uma moeda que, logo olhávamos o número, \"de quanti soldi la zera”. E contenti, sempre avanti.<br\/> Não entrávamos em casa nenhuma, ficávamos na escada ou na porta. A tarefa era visitar todos para não fazer \"desfeita”, diziam os pais. Um certo ano novo, eu e o Valmor (íamos sempre juntos) não passamos na casa do seu Bepi Schio; eles sempre demoravam a nos receber e só davam bolachas. Passamos retos. Um belo dia encontraram-se papai e o Bepi (José). O danado do Bepi nos entregou ao papai: \"I vostri fioi no i ze mia vegnesti lá a casa darme il bom princípio del ano, nó!” – Vossos filhos não passaram lá em casa a desejar-nos bom princípio do ano. – Levamos uma surra, não de tapas, mas de \"sermão” grosso e comprido.<br\/>  Ainda hoje, entre familiares e amigos, ao encontrar-nos, cada um quer ser o primeiro a cumprimenta os outros com um BOM PRINCÍPIO DO ANO, uma vez que o primeiro a felicitar, segundo a tradição, tem direito a um \"presente”. Em tão de brincadeira, a gente prepara uma moeda qualquer; uma bala, ou qualquer outro objeto para presentear, caso necessário. BUONA FINE E BUON PRINCÌPIO!<br\/>","date_published":"2021-12-31T11:35:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd9a5d408770287","title":"NATAL – COMO  VIVI OS NATAIS DOS 3 AOS 81 ANOS","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Geral\/NATAL_–_COMO__VIVI_OS_NATAIS_DOS_3_AOS_81_ANOS","content_html":"                A data mais importante, para mim, sempre foi o NATAL. As primeiras 3 datas, 3, 4 e 5 anos, lembro apenas das balas coloridas, descartadas como se fossem peixes, bolachas e cucas. Sempre uma alegria diferente; colocar um prato com comida para o burrinho do Menino Jesus, ou para o burrinho do anjo da guarda enviado pelo menino, uma vez Jesus não podia passar em todas as casas, daí mandava o anjo da guarda de cada um entregar os presentes. Aos 6 anos foi diferente; eu que preparei o local com o pasto, um punhado de alfafa colhida na lavoura, colocada próximo à porta de entrada. Dormir cedo para acordar cedo mas, o sono custou chegar. Mamãe entrou no quarto. Fingi estar dormindo. Ela pôs a mão na cabeça, acariciou e foi dormir. Como de costume, ela sempre foi a última a deitar.<br\/>            O cantar dos galos acordou-me. Dormia no mesmo quarto: o Valdemar, Eu no meio, e o Clorindo. Passei por cima de um deles e fui ver o resultado do meu trabalho. A alfafa não estava mais ali, apenas um objeto redondo, tamanho de uma laranja graúda e, como sempre, balas. Pegue o objeto redondo e estranhei! Fui junto aos irmãos que ainda estavam deitados, sentei com o objeto na mão, e o Valdemar, euforicamente disse: \"Ganhou uma bola de borracha!? Deixa ver!” Não deu outra, deu choro engolido. Só conhecia bolas de pano, ou de palha de milho bem arredondadas. Difícil descrever; foi o presente que mais marcou minha alegria! Até hoje, apesar de muitos presentes, nenhum igual àquele!<br\/>            Após aquele Natal, continuei aguardando com ansiedade outros natais que demoravam \"100 anos” cada um para chegar. Mas, até os 10 anos sempre acreditando na vinda do \"Menino Jesus” trazer presentes no Natal. Ninguém entregava ninguém. Porém, até aquela idade, no Natal, os presentes eram balas coloridas, algum chocolate e alguma pequena novidade  em brinquedos; ou chinelos, chapéu, a maioria feitos em casa, com palha de trigo e, mais \"adiante”, chapéu de pano e, muitas vezes, uma roupa. Sempre, tudo era novidade coroada de alegria! O \"<strong class=\"btk\">revolucionário<\/strong>” chamado <strong class=\"btk\">plástico<\/strong> ainda não era encontrado nas vendas. Num Natal, as irmãs mais novas, a Ida e Geni, ganharam uma <strong class=\"btk\">boneca de louça. <\/strong>Junto estava um bilhete declarando que o presente era par as duas. Algum tempo depois, numa brincadeira com a boneca, deixaram-na cair e virou em pedaços. Aí veio a tristeza e o medo; como explicar!?<br\/>            Até aquela época ainda não existia, em nosso interior, o  <strong class=\"btk\">PAPAI NOEL<\/strong> , era o MENINO JESUS. O NATAL para nossa família, e toda vizinhança, sempre foi festejado, e ainda continua em festas, principalmente entre pais, irmãos, sobrinhos e netos. Aos dez anos fiquei sabendo que os presentes eram os pais que compravam. Que decpção!!! Mesmo assim, deixou saudade da nossa ingenuidade. E assim continuou até com as últimas duas filhas da família, como visto, a Ida e a Geni, ganharam presentes do Menino Jesus. E a festa de Natal ainda não acabou, nem os presentes. Através de \"amigos secretos” continuam. Os dois últimos natais, 2019-2020, a assassina e malvada COVID tornou-nos escravos, mesmo assim, cada família comemorou o seu NATAL. Este ano, 2021, o Natal está previsto com cara diferente, um pouco mais extrovertido, mais alegre e mais social. Não sei como e onde, mas haverá comemorações e festas em nossas famílias.    <br\/>","date_published":"2021-12-24T14:40:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd9bf5420242789","title":"O QUE NOS ESPERA & O QUE NÓS ESPERAMOS","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Geral\/O_QUE_NOS_ESPERA_🙴_O_QUE_NÓS_ESPERAMOS","content_html":"Hufa! Conseguimos atravessar o tenebroso mar 2020! Agitado, turbulento e cheio de lixo. De início, até que estava calmo. Calmaria que durou pouco; uns 60 dias. Após esses poucos dias acordamos sobressaltados com algo que não conhecíamos. Algo estranho. Só sabíamos que existia, mas não sabíamos onde estava, nem por onde andava e nem de onde teria vindo! As notícias corriam aos 4 cantos do mundo. Andando pelas redes sociais, todos sabiam e alertavam, mas na realidade, ninguém sabia, apesar de que logo, logo, muitos foram sendo agarrados pelo tal desconhecido! Muitos agarrados, adoentados, sufocados, tolhidos e arrastados por ele. <br\/>Foram 300 dias de convivência entre lutos, hospitais, doenças e \"prisões domiciliares”. Em casa, o único local seguro. Logo mais nos deparamos com o \"lixo político”, tão nefasto como o anterior; dividindo famílias, esculachando com a moral, com os verbos, com a disciplina e com a ética de convivência social. Muito lixo que, se não formos doutrinados social e politicamente, falando sem ouvir, acabaremos engolidos pelo lixo. Eis minha máxima: \"Quem só sabe falar não tem tempo para ouvir, e quem não sobra tempo para ouvir, pertence à classe da idiotice, não sobra tempo para o <strong class=\"btk\">SABER<\/strong>”. Esse tempo para ouvir é muito necessário: Dois olhos, duas orelhas para ver e ouvir bastante, e uma só boca . . . <br\/>Ainda estamos abalados com os percalços do mar tenebroso, mas havemos de tirar dele algumas lições. A primeira deve ser, pelo menos, evitar lixos para não nos contagiar com o LIXO! Entre tantas outras, saber que nossos direitos acabam onde começam os direitos de nossos próximos. Saber, também que preservando nossa saúde estaremos preservando a saúde dos outros também. Acreditar e aceitar que \"tudo vem e tudo passa.” Não ignorar do quanto sabemos, do quanto podemos e do que somos, mas tudo sem egoísmo. Isso é imperioso! Caso contrário não chegaremos nunca ao \"Mar Pacífico” onde tanto queremos e procuramos encontrar nesse mar 2021 em que estamos. Assim estaremos e faremos, todos juntos: <br\/><i><strong class=\"btk\">UM FELIZ ANO NOVO! <\/strong><\/i><br\/>","date_published":"2021-01-02T06:44:55.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd9d97914318939","title":"TRÊS NÓS","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Geral\/TRÊS_NÓS","content_html":"Por esta semana vamos lançar três desafios aos estimados leitores. Desatar três nós ( substantivos, não pronomes ).Para quem sabe sãos muito fáceis,  para quem não sabe; como eu, tentar esquecer o ?bichinho? e topar o desafio.<br\/>            UM ? Duas distintas senhoras, Marta e Maria, há alguns dias, por motivo de trabalhos, viviam em casa, esperando a volta dos esposos. Necessitando de alguns mantimentos, combinaram ir ao mercado. Cada uma levando consigo seu filho. ( duas mães ? dois filhos  ). À uma altura do caminho perceberam que, ao longe, dois homens vinham em sua direção.   Maria logo exclamou:<br\/>          - Olha lá,  Marta!?<br\/>        - O que estás vendo, Maria?<br\/>        - Veja, lá vem vindo nossos pais, pais dos nossos filhos, nossos maridos legítimos! ( E agora?)<br\/> <br\/>          DOIS ? Um homem no mundo existiu que sem ter culpa morreu. Nasceu antes que seu pai, sua mãe nunca nasceu, sua vovó esteve virgem até que o neto morreu. ( Quem será que foram aqueles 5 personagens?)<br\/>          ( fácil, não é?)<br\/> <br\/>          TRÊS ? Os três discípulos que foram a EMAUS, Israel, ao levantar no dia seguinte, um deles foi pagar a conta. O dono cobrou 30 reais pelos três. Ao sair, um dos companheiros vendo o valor na nota, considerou muito caro. Pediu ao portador para que fosse pedir um desconto. O caixa aceitou o pedido e devolveu-lhe 5 reais. Ao sair, o pagador ficou meio confuso para como repartir 5 reais para 3 pessoas. Logo descobriu uma solução; devolver um real para cada um e dois ficou em seu bolso. Satisfeitos com o ?eureca? devolveu 1 real para cada companheiro, ficando o gasto de 9 reais cada um, retornaram.<br\/>            Mas, ainda hoje cobro-me; se cada um pagou 9 reais, ou seja: 9 X 3 são 27. E mais os 3 que cada um recebeu de volta, somando 27 + 3 = 30; e os dois que ficaram no bolso do caixa? ? Então; 27 mais 3, igual a 30; e 30 mais dois igual a 32, huai!<br\/>          Inconformado por não conseguir achar correta a resposta; imaginem já fui até professor de PRIMEIRO GRAU, não de segundo, nem de terceiro, como tem muitos por aí. Então, parti para outro caminho. ?Cada um deu 10 Reais; recebendo um (1) de volta gastaram só 9 Reais cada um: 3 X 9 = 27, e 2 que ficaram com o pagador resulta em 27 + 2 =  29 reais. E o outro Real? Hem?<br\/>","date_published":"2020-07-24T13:23:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dd9f2f674132019","title":"1 – 2 - TRÊS","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Geral\/1_–_2_-_TRÊS","content_html":"TRÊS - Somos nós, cidadãos brasileiros, nascidos ainda no ?Pré ? ECA?, e que o acompanhamos desde seu nascimento até seu 30º aniversário. Tempos em que muitas leis competiam aos juízes proferi-las, não aos políticos como atualmente.<br\/>        Estimados leitores, como o item 3 refere-se  a NÓS , estamos mantendo o tema como proposto no ?UM DOIS TRÊS?, tentando colocar, no papel algo sobre ?três fases da vida?, em forma de história narrativa. História e\/ou Estória, não importa. Mesmo como narrador, espero que sejais coadjuvantes, colocando-vos em algum ponto, ou algum lugar do contador, ou narrador. Como, muitos de nós, somos remanescentes ao ECA, começamos pela fase da  infância. (Obs. Na época, ao nos referirmos ao gênero pessoal, fazíamos economia. Por exemplo: em ?nossos leitores e nossas leitoras?, dizíamos, e\/ou escrevíamos, ? Nossos leitores?. Prevalecia sempre o masculino) . OK? VA BENE? ALORA AVANTI.<br\/>        Quando escrevemos, temos sempre presente nossos leitores, caso contrário para que escrever.?! Para melhor ênfase, conto com vocês atuando como coadjuvantes; cada um revendo sua ?história?. Entendendo assim, colocamo-nos na nossa infância, na nossa juventude e em nossa maturidade; em nossas casas e em nossas atividades. Lembramos nossos pais no comando das direções a seguir. Na falta deles, os irmãos mais velhos os sucediam com o devido respeito. Voltamos a ser crianças: amadas, queridas, estimadas e obedientes. Desde cedo com limites; limites para serem crianças, para brincar, para sorrir, para chorar, para pedir, para aceitar um sim e um não - mesmo, às vezes, contra gosto - e   para crescer, ouvir, aprender, obedecer e agir. As alegrias, impossível enumerá-las; as tristezas e desilusões, também difícil lembrá-las todas. Mas a infância e a juventude, nunca esquecidas! As peraltices, as brincadeiras, as visitas, feitas e recebidas, quanta alegria! E o Natal do menino Jesus! (Não conhecíamos o atual Papai Noel). Quanta expectativa para o Natal e o Primeiro de ano! Os presentes; balas coloridas eram presentes! Mas, se a safra fosse boa, o burrinho viria mais carregado. Era necessário deixar um pastinho para ganhar presentes senão o burrinho poderia não voltar no próximo ano! E a ESCOLA? Na escola, Casa diferente, pessoas diferentes, afazeres diferentes. O receio, a vergonha, a timidez? Quantos alunos mais ricos e mais inteligentes que nós! Aí surgiram conceitos, preceitos, outros comportamentos outras regras, outros hábitos; e brincadeiras antigas e novas. Até namoradinhos iam sendo descobertos, mas, Deus o livre os pais e a professora saber! Este que vos escreve teve muitas namoradinhas. Só que elas nunca ficaram sabendo que as namorava. ?Que pena!?<br\/>        Apôs esses estágios, todos com aprovação, muitas novidades continuaram surgir. O fim da adolescência, a Juventude e a maturidade agregaram muitas bagagens necessárias para novas empreitadas. Passar adiante, com empolgação, os frutos colhidos em família. Dar continuidade aos afazeres da família, com educação, ética e respeito, herdados dos pais. Isso até o fim do ano dois mil. Até aquela data, pais e filhos, professores e alunos respeitavam-se, colaboravam uns com os outros. Pais não apanhavam nem eram mandados embora, pelo contrário, recebiam carinho e respeito; Professores não surravam alunos, nem apanhavam dos alunos. Conviviam como amigos, no mínimo.<br\/>        PERGUNTA: O que provocou tantas mudanças tão radicais em muitas sociedades? Com muitos chefes de famílias? Com muitos filhos, criados, nutridos, queridinhos mas, tão mal educados? E com nós professores, do pós 2.000? Xingados por alunos e familiares, desrespeitados, odiados, desaforados, agredidos e enxotados?<br\/>                                                  Até a próxima semana.<br\/>","date_published":"2020-07-20T07:53:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dda0c4433277702","title":"UM  DOIS  TRÊS","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Geral\/UM__DOIS__TRÊS","content_html":"Aderindo ao popular 3 em 1, melhor começar com o um ( 1 ), aquele que por enquanto está disparado em primeiro lugar em todas as redes sociais; o temido ?Bichinho? corona vírus.<br\/>        Ah! Se pudesse sugerir às autoridades gerais brasileiras! Mas, todos sabemos que, com as classes sociais políticas, sugestões do povo são ?mangas de coletes?; o melhor mesmo, enquanto chove e estamos escondidos do ?bichinho?, é palpitar, ou seja, escrever palpites. Então, começamos com o primeiro, o número UM, o ?bichinho?, apelidado de COVÍRUS. Pois é, gostaria mesmo que os nossos governantes; o Presidente da República, os Governos estaduais e os Prefeitos municipais, num único pacotão ( não confundir com patacão ), ou separados, decretassem uma Lei ? pior é que no Brasil muitas leis não funcionam como Lei ? para que todos nós brasileiros, sem exceção, tivéssemos de usar máscaras de boa qualidade ( não confundir com bornal ) e manter distanciamento legal. E quem descumprir  a Lei que seja multado, e sendo pouco isso, cadeia! E todos esses figurões: Presidente, Governadores e Prefeitos, sejam isentos de toda e  qualquer  culpa com os problemas de saúde que surgirem, causados pelo ?bichinho?! E permitir a volta de todas as atividades funcionais. Que trabalhe quem quiser, estude quem quiser, festeje quem quiser, cantem e dancem quem quiser, e omita-se quem quiser assumindo as responsabilidades com o que der e vier. E se o ?bichinho? pegar algum desses, culpe-se quem não seguiu as regras legais, por ter adquirido o ?bichinho? e tê-lo transmitido a quem não soube se cuidar. Ponto e basta!<br\/>        DOIS; Os gravíssimos problemas na Educação brasileira (há quanto tempo nem mais ministros temos ), que vem logo atrás do ?bichinho?. O maior responsável pela vergonha de nos colocar quase no fim da linha entre os países desta Terra, começou com o ?mal educado? ECA, com a força de seus criadores e seus seguidores. Mas, o que é o ECA?<br\/>        É o Estatuto da Criança e do Adolescente. Vejamos as principais finalidades e objetivos do ECA: foi criado: suscintamente, com DEVERES; das Famílias, das Sociedades e do Estado, com uma atribuição de DIREITOS áS Crianças e aos Adolescentes (não constam DEVERES). Muito bem! Quem ganha com as leis do Estatuto? Muito difícil saber! A princípio, todos deveriam ganhar: a Família, a Sociedade e o Estado. No entanto, por ora, todos perderam! A Família perdeu seu principal esteio; a mais alta base herdada, a social familiar onde e quando as rédeas estavam nas mãos do pais, ou dos irmãos mais velhos. A Sociedade perdeu o equilíbrio social, pois esvaziaram-se as comunidades solidárias, do ?um por todos e todos por um?, e até por todos, como já foi escrito?. O Estado perdeu a moral legislativa; perdeu a confiança popular, pior ainda, o Estado, não os estadistas, perdeu bilhões de Reais que depositamos com nossos impostos, na manutenção deste famigerado Estatuto. Então, pouco ganho doado para uns e um prejuízo enorme imposto para muitos. Pelo menos é assim que entendo ser a mensagem ?Ortodoxa? desta Lei. Alguns dos principais objetivos do ECA são traduzidos em deveres, tais como: DEVER; á vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, à liberdade, à vivência familiar, à, à, à e etcéteras. Esses são deveres atribuídos às famílias, às sociedades a ao Estado. Mais uma vez muito bem! Mas são uns muito bens ?tímidos e até envergonhados?. Senão façamos uma breve análise sobre os principais protagonistas, crianças e adolescentes, o Direito à Liberdade; o máximo! São, entre tantas, liberdade para não trabalhar, para exigir tudo o que está estabelecido no ECA. Liberdade para desobedecer, para ignorar ordens, para exigir dos pais a não serem repreendidos e nem castigados por sair e voltar quando quiserem, liberdade para agredir a quem não lhes agradem, inclusive pais, irmãos e professores, liberdade para mandar os pais à justiça se forem admoestados, liberdade para maltratar pais, avós e a quem os perturbarem. Liberdade para exigir dos avós, dos pais e dos professores, tudo o que o Estatuto lhe dá direito, liberdade ao livre arbítrio, liberdade para mandar a mer . . . para mandar tomar no c. . . (Liberdade e deveres > consultar o ECA ). Pois, gozando de liberdade sabem que não podem ser castigados. Mas, e a grande maioria das crianças e adolescentes, interessam-se por cultura, por educação, por vivência familiar e social?<br\/>        A quem culpar por tudo isso? Culpados somos nós! Nós que votamos escolhendo esses Legisladores corruptos e corruptores, dando-lhe, com o voto, o direito de fazer e aprovar leis; tudo, sem nos consultar se aprovaríamos tais Leis. Ah! Como gostaria escrever mais! Mas, não sendo criança, nem adolescente, não gozo dessa liberdade.<br\/>        Como esse texto está muito extenso, fica só em 2 em 1. O  TRÊS fica para a próxima semana.<br\/>                                               Boa leitura e, boa correção.<br\/>","date_published":"2020-07-09T06:08:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dda27d143473234","title":"COMO É QUE PODE","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Política\/COMO_É_QUE_PODE","content_html":"No momento, em nossa Pátria amada salve salve, estamos vivendo uma série de ?como é que pode?? Pois ?nunca na história desse país? aconteceram tantas e tão bombásticas. Entre elas podemos começar com dois fenômenos da natureza; as cheias no Norte e Nordeste e estiagem no Sul. Fenômenos aos quais não há como responsabilizar nomes de fulanos e\/ou beltranos. O que se pode, isso sim, responsabilizar governantes, mas isto apenas para ter alguém em quem pôr a culpa.<br\/>                Outro ?como é que pode? é a pandemia provocada por um sujeitinho que leva o nome de CORONA ( no meu Italiano, corona, é o rosário ).  Sujeitinho levado à breca, tão pequeno que só aparece visto com lupas, no entanto, vale o ditado: ?tamanho não é documento?, pois está levando tudo e todos de roldão. Quem for pego por ELE está fadado à morte, ao hospital, ou ao confinamento (que por enquanto é o meu caso). Pois é mas continuando com o assunto, ao ler meu jornalzinho, exclamei sozinho: Mas como é que pode! Tanta podridão pra poucos corvos! Há mas vou contar pelo menos algumas, começando pela capa do jornal: Brasil tem mais 749 mortes nas últimas 24 horas! E mais: Bolsonaro mostra exames negativos do coronavírus. Mas como é que pode!? Tá dando tudo negativo; como é que o Brasil pode melhorar? E tem essa outra: Cidadão entra na fazenda do Banchuchu e morre de corona-38. E mais uma: 730 mil militares devem devolver auxilio emergencial. Como é que pode!? ? Desse jeito não vai mais ter emergência nem para coronários, meu Deus! Na página de economia li: Juntos 4 bancos (Bradesco, Itau,, Santander e Banco do Brasil  tiveram um lucro de 81.5 Bilhões de Reais, no ano de 2019 Outra: O Banrisul lucrou 257.5 Milhões no primeiro trimestre de 2020. Que crise. Como é que pode! E EU?!?! Mesmo assim, continuei lendo: O Dólar, hoje, quinta feira, (14\/05\/20), passou a valer 5.94 Reais. Mas, como é que pode! No começo de ano o dólar estava a pouco mais de R$ 4.00. Um aumento de 39 %, se minha regra de três não me abandonou. Há! Isso pode! Né?<br\/>Bem, pra que Dólares? Não tenho dólares! Se nossa moeda fosse Dólares, deveria possuir, pelo menos, algumas moedas. O pior é que tudo o que compramos tem a ver com dólares! Até o sal nosso de cada dia está atrelado ao dólar. Aí dá para entender o porquê nosso Real virou ?Re$to?! O sal aumenta de acordo com o Dólar, e nem só de sal vive o Homem! Coitados dos coitados que não recebem nada de aumento, de reposição salarial há mais de 5 anos! Enquanto isso o Dólar aumenta em relação ao real todos os dias. Como é que pode isso!?!? Hááá! Ainda bem que lamentar ainda POOODE TCHÊ! Bem, mas se isso adianta não sei. TCHAU.<br\/>","date_published":"2020-05-15T05:30:00.000000+00:00"},{"id":"69fb318dda419683403888","title":"REDE GLOBO   X  BOLSONARO","url":"https:\/\/vigne.ofen.com.br\/Artigos\/Política\/REDE_GLOBO___X__BOLSONARO","content_html":"A Rede Globo de televisão, até o final da década de 2010, foi minha preferida, atualmente continuo assistindo os programas \"Jornal Nacional”, o Globo Repórter e os noticiários da RBS. Os demais programas favoritos : O Futebol e demais esportes, em outros diversos canais. Não aguento mais suas diretas contra ninguém, muito menos o Galvão e o gordão. As novidades e passatempo, na RAI , e para completar minhas curiosidades a CNN.  E só!<br\/>            Das minhas visões e, especialmente, minhas audições, veio-me a curiosidade sobre o enfrentamento de dois gigantes: A Rede Globo de Roberto Marinho e Família X Bolsonaro e a Presidência – todos brasileiros – mas com grandes investimentos, morais e sociais, bem como  políticos e econômicos, nos campos de cada um, em casa e fora de casa. ( no Brasil e estrangeiro ). Portanto, briga de gigantes. Mas, como sempre, briga pelo PODER e pelo TER. Sem criar metáforas ou outras figuras de linguagem; Guerra declarada!  Temas, ou causas da guerra: o TER e o PODER. A Rede Globo, com seus exércitos de repórteres, de jornalistas, de animadores, de artistas, de famosos e seus ‘servos’ apegados a suas empresas, no Brasil e no Exterior, todos focados na luta pela manutenção e crescimento dos bens, forçam pela continuidade de suas benesses sociais, políticas e econômicas, vivendo um atual tempo promissor, mas ameaçado por um futuro 2022, que poderá ser o fechamento de uma promissora  safra já ameaçada; a continuidade de direitos contratados, mas com tempo de validade a vencer em 2022. É por isso que pesadas bombas já estão caindo sobre o inimigo. Politicamente focados nas próximos eleições, fazendo frente ao inimigo para que, em 2022 não volte mais uma vez ao início desta etapa. Se não poderá faltar uma fatia generosa do pãozinho de cada dia.<br\/>            Os Exércitos do presidente Bolsonaro, oxigenados pela última vitória eleitoral, continuam visivelmente eufóricos, soltando fogos. Porém, com menor número de esquadrões qualificados. E suas bombas, apesar de potentes, não produzem tantos danos, elas tem um material de segunda linha e nem sempre caem seguras sobre o inimigo.  O exército da família parece o do livro do Moacyr Scliar; \"Exército de um Homem só”.  O Exército do primeiro Esquadrão mostra ser competente, apesar de algumas vezes ser alvejado pelo chefe com alguns petardos, mas, continua firme, focado no trabalho e produzindo bons frutos; também, tentando garantir a sobrevivência. O que mais complica no sucesso é o tal exército de um homem só.  Nos demais exércitos de  primeira e segunda linha, não demostram muita simpatia pela contenda; estão na linha do \"Espera um pouco”. Etá Guerrinha ferrenha Tchê!<br\/><br\/>            No aguardo de novidades, despeço-me desejando paciência e o fim da CLAUSURA.","date_published":"2020-03-26T11:25:00.000000+00:00"}]}